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Fiscalização em série: Câmara de Monte Mor amplia cerco sobre contratos da Prefeitura e mira consultoria de R$ 258 mil na Sedes

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Fiscalização em série: Câmara de Monte Mor amplia cerco sobre contratos da Prefeitura e mira consultoria de R$ 258 mil na Sedes

A Câmara Municipal de Monte Mor ampliou a fiscalização sobre contratos da Prefeitura e agora mira um acordo de R$ 258 mil firmado com uma empresa para consultoria técnica à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social (Sedes).

O pedido consta no Requerimento 18/2026, de autoria da vereadora Wal da Farmácia (PSB), aprovado por unanimidade durante a sessão ordinária desta segunda-feira (11).

O contrato foi firmado em fevereiro, tem validade de 12 meses e prevê a prestação de serviços técnicos especializados de consultoria, capacitação, governança e apoio às ações, projetos e programas da secretaria. A contratação ocorreu por inexigibilidade de licitação, modalidade legal que dispensa concorrência pública.

No requerimento, a parlamentar questiona se a empresa já iniciou os trabalhos, quais tipos de consultoria e capacitação vêm sendo executados na prática e se houve participação efetiva da contratada em programas ou projetos da pasta. Também foram solicitados documentos como a cópia integral do contrato e o parecer jurídico que embasou a contratação.

Nas últimas semanas, a Câmara de Monte Mor vem ampliando o pente-fino sobre despesas da administração municipal. A própria Wal já havia protocolado requerimentos questionando duas dispensas de licitação que somam mais de R$ 117 mil, envolvendo a contratação de salva-vidas para piscinas municipais e a compra de café para secretarias públicas.

Em outra frente, o vereador Bruno Leite (União Brasil) também elevou a pressão sobre o Executivo ao exigir transparência sobre a arrecadação com multas de trânsito, após moradores relatarem aumento das autuações sem perceber melhorias proporcionais na mobilidade urbana.

O cenário indica uma mudança de postura do Legislativo de Monte Mor, com atuação mais incisiva no acompanhamento das contas públicas. A dúvida que fica no meio político é se o movimento representa uma nova fase de fiscalização ou o início antecipado do jogo político de 2026.

Fonte: Da redação.

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