Essa fase vai permitir a conexão do novo viaduto com a avenida Santana e reorganizar o fluxo de veículos em uma região historicamente marcada por gargalos e improvisos viários.
Além da ligação direta com a avenida Santana, o projeto prevê a implantação de uma rotatória redesenhada para distribuir o tráfego em direção às ruas Argolino de Moraes e Rosa Maestrelo.
A estratégia adotada pela administração municipal é liberar inicialmente a conexão com a avenida Santana, garantindo fluidez mínima, enquanto o canteiro central passa por adequações para receber a nova rotatória definitiva.
Nas semanas anteriores, a Prefeitura executou serviços de fresagem, recapeamento e sinalização viária no trecho entre as avenidas Thereza Ana Cecon Breda e São Francisco de Assis, preparando o acesso à outra extremidade do viaduto.
Paralelamente, a concessionária Rumo segue responsável pelas etapas finais da obra principal, embora ainda não exista uma data oficial para a liberação total do tráfego.
Segundo a estimativa municipal, cerca de 22 mil veículos circulam diariamente pelo eixo afetado. Com a conclusão da obra, esse volume deve chegar a aproximadamente 30 mil veículos por dia.
A nova ligação deve encurtar distâncias, reorganizar fluxos e abrir caminho para o desenvolvimento econômico da Vila Real e de bairros vizinhos, de acordo com o plano municipal de mobilidade urbana integrada.
“A nova ligação deve encurtar distâncias, reorganizar fluxos e abrir caminho para o desenvolvimento econômico da região.”
Fonte: Da redação.




