À tarde, o intervalo chega a mais de 40 minutos.Nos últimos meses, o jornal recebeu denúncias de atrasos que chegam a duas horas em algumas regiões, principalmente nas linhas que atendem bairros mais afastados. A reportagem aponta precariedade das frotas, falta de manutenção e demora nos trajetos como ocorrências recorrentes.
O problema também tem impacto no comércio e na rotina dos moradores:
A Artesp informou que vai fiscalizar a operação e verificar o cumprimento contratual por parte da empresa responsável pelo serviço.
O episódio soma-se a problemas já relatados no transporte coletivo de Sumaré e na Região Metropolitana de Campinas.
- Moradores perdem compromissos agendados;
- Há registros de perda de entrevistas de emprego;
- Funcionários chegam a faltar ou atrasar o início do expediente.
Fonte: Da Redação





