Bairros afetados
- Jardim Lucélia
- Jardim Volobueff
- Jardim Bom Retiro
- Jardim Maria Antônia
- Jardim Santiago
- Residencial Portal Bordon
A escassez de água em Sumaré tem histórico de décadas e se intensificou após a privatização do Departamento de Água e Esgoto (DAE) na gestão de Cristina Carrara. Desde então a cidade passou a enfrentar tarifas mais altas e interrupções constantes no fornecimento, situação que não melhorou com a substituição pelo modelo de concessão à BRK Ambiental.
De acordo com a concessionária, as chuvas intensas elevaram a turbidez do Rio Atibaia e causaram falhas na rede elétrica, fatores que levaram à suspensão temporária do tratamento. A empresa informou que atua para retomar o serviço conforme a turvação e a energia sejam regularizadas.
"A BRK precisa se preparar para eventos extremos, investir em sistemas de contingência, ampliação da capacidade de tratamento e armazenamento, garantindo que a população não fique desabastecida diante de fenômenos que, no futuro, serão rotina."
Especialistas afirmam que a responsabilidade de manter o abastecimento é da concessionária e apontam a necessidade de investimentos em sistemas de contingência, maior capacidade de tratamento e mais armazenamento para enfrentar eventos extremos com mais frequência. Enquanto a cidade aguarda soluções estruturais, a população espera que medidas concretas substituam promessas e evitem que Sumaré continue a enfrentar crises hídricas cada vez mais frequentes.
Fonte: Da Redação





