Sete dicas para melhorar a concentração nos estudos

A dificuldade de concentração afeta crianças, adolescentes e adultos, em um cenário de muitos estímulos no dia a dia. O material informa que a capacidade de atenção vem decrescendo coletivamente e associa esse movimento ao aumento do acesso a informações em tempo real e às redes sociais.
Antes de pensar em tempo de estudo, vale considerar o que influencia a atenção. Na infância, as estimativas de tempo de concentração em cada atividade variam de dois a cinco minutos por ano de vida. Seguindo essa média, crianças de 2 anos tendem a se concentrar de 4 a 10 minutos em uma atividade, crianças de 7 anos por cerca de 14 a 35 minutos, e crianças de 10 anos, durante 20 a 50 minutos.
Entre os adultos, o texto diz que os dados são pouco precisos, mas que, em geral, sugere-se uma pausa de 5 a 10 minutos a cada 50 a 60 minutos de foco em uma atividade.
O conteúdo também destaca que a atenção depende de outros fatores, como o tipo de tarefa, o conhecimento prévio sobre o assunto, além de cansaço, fome, estresse e estímulos externos. Por isso, mais do que o cronômetro, a organização dos estudos precisa levar esses pontos em conta.
Veja as sete dicas reunidas no material:
1. Propor brincadeiras que estimulem o foco também nos momentos de lazer, como quebra-cabeças, jogos de tabuleiro e jogos de memória.
2. Praticar meditação e/ou yoga para ajudar a aprimorar a concentração em diferentes idades.
3. Garantir momentos do dia para brincadeiras livres e exercícios físicos.
4. Observar se a criança ou o jovem está alimentado e descansado.
5. Preparar o ambiente de estudo, com mesa organizada e menos elementos que desviem a atenção, além de desligar os eletrônicos.
6. Dividir conteúdos em etapas, especialmente quando a tarefa for extensa, para permitir intervalos e retomada posterior.
7. Criar uma rotina de estudo, com horário combinado para as atividades.
Se a dificuldade de atenção continuar muito alta mesmo com essas medidas, a orientação é conversar com a escola e com o pediatra para avaliar a possibilidade de hiperatividade ou déficit de atenção. O material também alerta para não consumir nem oferecer remédio para aumentar a concentração sem orientação e, em caso de necessidade, procurar um médico.
Por fim, o texto lembra que, além de estudar, toda criança precisa ter tempo livre e convívio com família e amigos.
Fonte: Unimed.




