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Como estimular a resiliência na infância com hábitos e brincadeiras

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Como estimular a resiliência na infância com hábitos e brincadeiras

A resiliência emocional, cada vez mais debatida desde a pandemia, é apresentada como a capacidade de se adaptar e enfrentar mudanças, frustrações e situações traumáticas.

O tema ganhou relevância entre crianças e adultos em um período marcado por mudanças na rotina, afastamento de amigos e familiares e mais tempo em casa. No mercado de trabalho, a Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional destaca que a pessoa resiliente tende a estar mais preparada para ouvir um “não” e transformar negativas em incentivo para buscar um “sim”.

Segundo estudos da área, o principal fator para o desenvolvimento da resiliência na infância é manter um relacionamento estável e comprometido com pelo menos um adulto de confiança. A orientação é estimular autoestima e autoconfiança sem perder a referência de apoio.

Entre as atitudes recomendadas estão não resolver todas as vontades da criança, incentivar que ela pesquise ou imagine soluções possíveis, estimular amizades e trocas de experiências, oferecer oportunidades de escolha e valorizar esforços e progressos em aprendizados de longo prazo.

O texto também sugere reservar tempo para brincadeiras livres, ajudar a criança a lidar com situações fora do planejado e respeitar o momento de frustração antes de conversar sobre o que pode ser aprendido com uma experiência ruim.

Na prática, a recomendação é usar brincadeiras para exercitar adaptação e persistência. Entre os exemplos estão mudar um personagem ou brinquedo no meio da atividade para observar a reação da criança e incentivá-la a criar caminhos alternativos.

Também entram nessa lista jogos de cartas ou de tabuleiro que combinam estratégia e sorte, além de desafios de longo prazo, como montar quebra-cabeças com mais peças, fazer atividades com tinta ou papel-machê que exigem espera, juntar moedinhas para comprar algo desejado, plantar uma semente na horta ou um feijão no algodão e colorir uma ilustração mais detalhada.

Fonte: Unimed.

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