Problemas do sono podem intensificar pensamentos suicidas, diz texto
O sono é apresentado no texto como uma função essencial para a saúde física, mental e emocional, com impacto direto na restauração do corpo, na consolidação de memórias e no funcionamento ao longo do dia.
Segundo o material, pesquisadores da psicologia e das neurociências vêm investigando como problemas do sono, como insônia, pesadelos, apneia e sonambulismo, afetam o comportamento humano. O conteúdo também destaca que, quando a pessoa já enfrenta alguma dificuldade ou transtorno psicológico, esses problemas podem intensificar sintomas emocionais e mentais.
O texto ressalta que problemas do sono não causam transtornos psicológicos, mas podem agravar sintomas de depressão, ansiedade, estresse e transtorno de estresse pós-traumático. Na mesma linha, o material afirma que eles também podem intensificar fatores relacionados a pensamentos suicidas.
Sobre esse ponto, o conteúdo descreve pensamentos suicidas, tentativas de suicídio e morte por suicídio como fenômenos complexos, associados a múltiplos fatores. Entre eles, cita sentimentos de fracasso, aprisionamento, sensação de ser um peso para outras pessoas e falta de suporte social e emocional. Segundo o texto, pesquisas recentes indicam que os problemas do sono podem intensificar o efeito desses fatores, aumentando o risco de suicídio.
O release cita a psicóloga e cientista Dra. Donna Littlewood, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e informa que ela desenvolveu quatro estudos científicos em sua tese de doutoramento para investigar como e por que os problemas do sono intensificam o risco de suicídio em pessoas que já estejam pensando em tirar a própria vida. De acordo com o material, os resultados apontam como esses problemas podem agravar fatores de risco e também indicam diferentes funções do sono para quem enfrenta essas dificuldades emocionais.
“… dormir é como se fosse uma libertação na qual eu permaneço inconsciente por não sei quantas horas e já não fico mais pensando no quão inútil eu sou e na minha vontade de não querer mais existir”.
Entre os relatos mencionados, participantes da pesquisa em Manchester disseram que dormir funcionava como uma alternativa ao suicídio, por representar um escape temporário. O texto também afirma que a insônia pode intensificar a sensação de aprisionamento quando a pessoa passa a ver o sono como fuga de sentimentos e problemas, mas não consegue dormir.
Em outros casos, participantes relataram medo de dormir por causa de pesadelos, o que levava à evitação deliberada do sono e ao agravamento dos problemas descritos no material. Segundo o conteúdo, outras funções do sono também apareceram entre pessoas com ideações suicidas.
O texto diz que, durante a noite, o silêncio e a dificuldade de acessar suporte social ou atividades de distração podem tornar esses pensamentos mais intensos. Também informa que os problemas do sono afetam habilidades de concentração durante o dia, aumentam a irritabilidade e intensificam problemas de relacionamento interpessoal.
Na parte final, o material afirma que a relação entre sono e ideações suicidas ainda envolve perguntas sem resposta, mas aponta que preservar a capacidade de dormir bem pode ser relevante para pessoas em risco. O texto defende que essas pessoas não precisam apenas de acompanhamento psicológico, mas também de atenção à qualidade do sono.
Se você ou alguém próximo estiver em sofrimento psíquico ou em situação de risco, é importante buscar ajuda profissional e apoio imediato.
Fonte: Comportamento e Sociedade.
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