Spasso Cidades
Saúde

Problemas do sono podem intensificar pensamentos suicidas, diz texto

3 min de leitura
Problemas do sono podem intensificar pensamentos suicidas, diz texto

O sono é apresentado no texto como uma função essencial para a saúde física, mental e emocional, com impacto direto na restauração do corpo, na consolidação de memórias e no funcionamento ao longo do dia.

Segundo o material, pesquisadores da psicologia e das neurociências vêm investigando como problemas do sono, como insônia, pesadelos, apneia e sonambulismo, afetam o comportamento humano. O conteúdo também destaca que, quando a pessoa já enfrenta alguma dificuldade ou transtorno psicológico, esses problemas podem intensificar sintomas emocionais e mentais.

O texto ressalta que problemas do sono não causam transtornos psicológicos, mas podem agravar sintomas de depressão, ansiedade, estresse e transtorno de estresse pós-traumático. Na mesma linha, o material afirma que eles também podem intensificar fatores relacionados a pensamentos suicidas.

Sobre esse ponto, o conteúdo descreve pensamentos suicidas, tentativas de suicídio e morte por suicídio como fenômenos complexos, associados a múltiplos fatores. Entre eles, cita sentimentos de fracasso, aprisionamento, sensação de ser um peso para outras pessoas e falta de suporte social e emocional. Segundo o texto, pesquisas recentes indicam que os problemas do sono podem intensificar o efeito desses fatores, aumentando o risco de suicídio.

O release cita a psicóloga e cientista Dra. Donna Littlewood, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e informa que ela desenvolveu quatro estudos científicos em sua tese de doutoramento para investigar como e por que os problemas do sono intensificam o risco de suicídio em pessoas que já estejam pensando em tirar a própria vida. De acordo com o material, os resultados apontam como esses problemas podem agravar fatores de risco e também indicam diferentes funções do sono para quem enfrenta essas dificuldades emocionais.

“… dormir é como se fosse uma libertação na qual eu permaneço inconsciente por não sei quantas horas e já não fico mais pensando no quão inútil eu sou e na minha vontade de não querer mais existir”.

Pedro, participante da pesquisa

Entre os relatos mencionados, participantes da pesquisa em Manchester disseram que dormir funcionava como uma alternativa ao suicídio, por representar um escape temporário. O texto também afirma que a insônia pode intensificar a sensação de aprisionamento quando a pessoa passa a ver o sono como fuga de sentimentos e problemas, mas não consegue dormir.

Em outros casos, participantes relataram medo de dormir por causa de pesadelos, o que levava à evitação deliberada do sono e ao agravamento dos problemas descritos no material. Segundo o conteúdo, outras funções do sono também apareceram entre pessoas com ideações suicidas.

O texto diz que, durante a noite, o silêncio e a dificuldade de acessar suporte social ou atividades de distração podem tornar esses pensamentos mais intensos. Também informa que os problemas do sono afetam habilidades de concentração durante o dia, aumentam a irritabilidade e intensificam problemas de relacionamento interpessoal.

Na parte final, o material afirma que a relação entre sono e ideações suicidas ainda envolve perguntas sem resposta, mas aponta que preservar a capacidade de dormir bem pode ser relevante para pessoas em risco. O texto defende que essas pessoas não precisam apenas de acompanhamento psicológico, mas também de atenção à qualidade do sono.

Se você ou alguém próximo estiver em sofrimento psíquico ou em situação de risco, é importante buscar ajuda profissional e apoio imediato.

Fonte: Comportamento e Sociedade.

CompartilharWhatsAppFacebookX / Twitter

Comentários

Participe da conversa

Entre para comentar

Escolha Google ou receba um código no seu e-mail.

Veja Também