Neuropsicóloga indica práticas diárias para controlar estresse crônico

Pequenas ações incorporadas à rotina podem gerar impactos significativos no controle do estresse crônico ao longo do tempo, segundo a neuropsicóloga Dra. Leninha Wagner.
Para 2026, a especialista chama a atenção para a importância de cuidar da saúde mental de forma preventiva, e não apenas como resposta a um problema já instalado.
“Ter o seu estresse regulado não deve ser visto apenas como uma meta muito distante. É necessário manter um treino diário que reorganiza o cérebro, o desacelera e reduz a sobrecarga emocional”, afirma.
Estratégias indicadas
A neuropsicóloga indica cinco estratégias simples para controlar o estresse crônico no dia a dia.
Estabelecer limites claros entre trabalho e vida pessoal: definir horários para responder mensagens, respeitar pausas e delimitar o espaço do trabalho são atitudes apontadas como fundamentais para evitar que o cérebro permaneça em constante estado de alerta. “Sem entender que existe hora de parar, o cérebro continua em modo de sobrevivência”, explica a especialista.
Apostar em respirações profundas e pausas conscientes: técnicas como a respiração diafragmática ou o método 4-6, que consiste em inspirar por quatro segundos e expirar por seis, ajudam a regular o sistema nervoso e reduzir a tensão em poucos minutos.
Incluir movimento na rotina: caminhadas, alongamentos ou atividades moderadas contribuem para a redução do estresse. Segundo o material, o movimento estimula a liberação de neurotransmissores como serotonina e dopamina, ligados ao bem-estar e à estabilidade emocional.
Reduzir os excessos digitais: filtrar conteúdos, estabelecer momentos offline e evitar o uso de telas antes de dormir são medidas indicadas para desacelerar a mente e melhorar a qualidade do sono.
Criar rituais de descanso intencionais: leitura leve, meditação breve, chá, banho relaxante ou música tranquila são exemplos de rituais que sinalizam ao cérebro o momento de desacelerar.
“O descanso mental precisa ser algo bem intencional, não apenas um momento meramente acidental. Ele reorganiza emoções e prepara o corpo para lidar melhor com o dia seguinte”, reforça a Dra. Leninha.
Fonte: Like Magazine
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