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ISTs sobem em Hortolândia e caem em Sumaré; prevenção e testagem são armas contra infecções

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ISTs sobem em Hortolândia e caem em Sumaré; prevenção e testagem são armas contra infecções

Os casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) tiveram comportamentos distintos em Hortolândia e Sumaré em 2025, com alta em uma cidade e queda na outra.

Hortolândia registra aumento de 58,9%

Em Hortolândia, foram contabilizados 766 casos de ISTs em 2025, ante 482 no ano anterior, o que representa aumento de 58,9%.

Sumaré tem redução de 15,4%

Já em Sumaré, os registros passaram de 356 para 301 casos, uma queda de 15,4% no mesmo período.

O que são as ISTs

As Infecções Sexualmente Transmissíveis englobam doenças causadas por vírus, bactérias e outros agentes infecciosos transmitidos, principalmente, por relações sexuais desprotegidas. Entre as mais conhecidas estão HIV, sífilis, gonorreia, clamídia, HPV e as hepatites B e C.

Essas infecções podem ser transmitidas por contato sexual vaginal, anal ou oral sem proteção e, em alguns casos, por compartilhamento de objetos perfurocortantes ou da mãe para o bebê durante a gestação, parto ou amamentação.

Muitas ISTs podem ser assintomáticas, o que favorece a transmissão. Quando há sinais clínicos, eles podem incluir corrimentos, feridas, lesões, dor pélvica, ardor ao urinar, verrugas genitais e, em casos mais avançados, sintomas sistêmicos como perda de peso e fraqueza.

Prevenção e políticas públicas

A forma mais eficaz de prevenção continua sendo o uso regular de preservativos em todas as relações sexuais. A vacinação também é ferramenta essencial, especialmente contra hepatite B e HPV. Além disso, a realização periódica de exames e testes rápidos é fundamental para diagnóstico precoce e interrupção da cadeia de transmissão.

O Sistema Único de Saúde (SUS) mantém políticas estruturadas de prevenção e controle das ISTs em todo o país. Entre as principais ações estão a distribuição gratuita de preservativos nas unidades de saúde; oferta de testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites; vacinação contra HPV e hepatite B; tratamento gratuito para pessoas diagnosticadas; acompanhamento de gestantes para prevenção da transmissão vertical; e campanhas permanentes de orientação e educação em saúde.

O Ministério da Saúde também adota estratégias como a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP) ao HIV, ampliando as ferramentas de prevenção combinada.

Fonte: Da redação.

Da redação
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