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Politicando: asfalto, corrida eleitoral e invasão oportunista

Asfalto ruim, proteção de crianças, estratégias eleitorais e a movimentação de candidatos de fora na região.

Redação SPASSO3 min de leitura

E o asfalto?

O que vem acontecendo com o asfalto da nossa região? Cada vez mais a malha viária está pior. Até cidades que não tinham esse problema, como Nova Odessa, estão uma vergonha. Americana parece a própria superfície lunar. Sumaré, com a ajuda da BRK, parece cada vez mais a cidade deixada por Cristina Carrara. Nas avenidas principais, apesar de não estarem perfeitas, não estão destruídas (mas podia melhorar), agora quando saímos delas, está um caos perfeito: buracos, buracos e mais buracos. Não há suspensão, pneus e afins que aguentem! Como se o IPVA fosse barato. E dá-lhe radar! Radar não falta na cidade, e agora não aparece ninguém para tirar, para chutar, apenas para colocar. E o asfalto? Mais parece uma farofa.

Triste ironia

Na mesma semana em que um esquema de exploração sexual de crianças foi desmontado em Sumaré, o senado federal, encabeçado por lideranças de extrema-direita, acabou com o direito da criança ou adolescente de encerrar uma gravidez proveniente de estupro. Pior ainda, caso o perpetrador do crime seja pai ou responsável da criança (o que ocorre com frequência nesses casos hediondos), o próprio estuprador é que irá decidir sobre o futuro da criança. Enquanto em Sumaré a inteligência das forças policiais se desdobravam para resgatar e proteger crianças vítimas da exploração sexual, no senado alas conservadoras se uniam para proteger estupradores e atacar crianças vítimas de estupro. É muita loucura.

Estratégia

Para conseguir se eleger, os nomes que disputarão em Sumaré precisarão buscar votos em outras cidades. Nessa lógica, é muito fácil perceber quem realmente quer uma cadeira na Alesp ou no Congresso e quem está usando o pleito apenas para mídia, a fim de chegar mais projetado em 2028. O que vem mais forte fora da cidade é o próprio Dalben. Por já ser deputado, tem entrada em diversos outros municípios onde tentará conquistar os votos que faltarão para ser reeleito. Para os demais, é preciso esperar o período de campanha eleitoral. Por enquanto, ninguém pode pedir voto, mas quando a corrida for iniciada, quem não sair de Sumaré para pedir voto não está disputando de verdade.


Corrida maluca

A corrida para a Alesp e para o Congresso Nacional já chegou na região. Em diversas cidades nas redondezas, políticos de outras regiões do estado já abriram seus escritórios políticos. Serão deles que as campanhas irão se organizar. Já os nomes locais começaram a formalizar suas pré-candidaturas. Dalben, Willian, Décio, Virginelli… E ainda virão outros. A realidade é que disputando forte com nomes forasteiros, e disputando também entre si, os nomes locais terão grande dificuldade em se eleger. Com todos esses desafios, esse monte de candidato pode resultar em zero deputados eleitos em Sumaré.

Invasão

Nova Odessa está presenciando uma invasão oportunista. Leitinho tem um governo repleto de falhas, e que vem sendo devidamente cobrado por lideranças locais e pela população. O problema é que a cidade foi invadida por uma série de forasteiros, querendo fazer populismo raso e barato, a fim de angariar votos para um novo partido e seus candidatos, e que logo após outubro irão esquecer da existência de Nova Odessa. O pior: não tem proposta, não tem projeto, não tem plano para a cidade. Apenas fazem críticas populistas para ganhar votos. Enquanto isso, na cidade temos diversos nomes fazendo oposição firme e séria contra o governo e que serão ofuscados pelos forasteiros com zero interesse na cidade. Abre o olho, Nova Odessa.

(Da Redação)

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