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Como falar de sentimentos com crianças: dicas de alfabetização emocional

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Como falar de sentimentos com crianças: dicas de alfabetização emocional

Falar de sentimentos com crianças passa por reconhecer emoções, adotar uma educação sem violência e criar espaço para conversa no dia a dia. No material divulgado pela Unimed, a chamada alfabetização emocional é apresentada como um processo em que os adultos ajudam os filhos a interpretar o que sentem.

Um dos pontos centrais do texto é a disciplina positiva. Segundo o release, essa postura envolve educar sem violência, com firmeza e tom de voz gentil, sem punição. A proposta também passa por abrir mão de castigos, brigas, ameaças e recompensas para conseguir que a criança faça algo.

O conteúdo lista três caminhos para colocar isso em prática. O primeiro é dar o exemplo, já que os filhos se espelham nas pessoas com quem convivem mais. O segundo é conversar com a criança, mostrando respeito por sua opinião e incentivando uma comunicação natural. O terceiro é ajudá-la a pensar sobre o que sente, com perguntas como: “Por que você acha que está com raiva?” e “Como você se sentiu ao compartilhar seus brinquedos?”.

O release também destaca a empatia como parte desse processo. Nesse contexto, empatia é descrita como a capacidade de ouvir, acolher ideias e se colocar na posição da outra pessoa para ter uma visão mais ampla de um acontecimento. A orientação é que os pais tentem compreender angústias, ansiedades, ataques de raiva, alegrias e tristezas vividos pelos pequenos.

Entre as dicas reunidas no material para falar de sentimentos com as crianças, estão:

- contar histórias da própria infância e dos sentimentos ligados a elas;
- ensinar os nomes das emoções e o que elas significam;
- ajudar a criança a entender preferências, desejos e necessidades;
- mostrar que errar é normal e que nem sempre algo dará certo;
- criar oportunidades para conversar sobre sentimentos, falando e ouvindo;
- elogiar quando a criança reconhecer sentimentos de forma positiva;
- focar em conter a ação negativa, não a própria criança;
- evitar dizer “não precisa chorar” e perguntar o motivo do choro;
- na hora da birra, não castigar, mas mostrar que entende a frustração.

A publicação afirma que, com a rotina de alfabetização emocional, a criança pode passar a identificar melhor o que sente e, depois, controlar os próprios sentimentos.

Fonte: Unimed.

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