Colesterol alto costuma ser silencioso; alimentação e exames ajudam no controle

O colesterol alto costuma não apresentar sintomas e pode estar ligado ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias, o que aumenta o risco de infarto, AVC e insuficiência cardíaca, segundo o release da Unimed.
O texto explica que nem todo colesterol é prejudicial. O organismo precisa dele para funções como produção de hormônios, vitamina D, ácidos biliares e formação e regeneração de células.
Na diferença entre os tipos, o HDL aparece como o chamado colesterol bom. “HDL é o colesterol bom”. De acordo com o release, ele ajuda a remover o excesso de colesterol das células e levá-lo ao fígado, onde será eliminado, o que protege as artérias do acúmulo de placas de gordura.
Já o colesterol alto é descrito como silencioso na maioria dos casos. “Colesterol alto costuma ser silencioso”. O material informa que sintomas podem aparecer em fases mais avançadas, quando já existem placas de gordura nas artérias. Entre os sinais citados estão dores ou desconforto no peito, sensação de queimação ou pontadas, palpitações, sudorese, falta de ar e fadiga. Em situações raras, podem surgir nódulos nos tendões ou manchas amareladas ao redor dos olhos.
Segundo o release, a forma segura de identificar o problema é por meio de exames de sangue e acompanhamento médico regular. “Exames preventivos ajudam na detecção precoce”. O texto também cita orientação atribuída à Sociedade Brasileira de Cardiologia de que pessoas sem fatores de risco façam exames preventivos a cada cinco anos, a partir dos 20 anos.
Entre os fatores de risco mencionados estão genética, alimentação desequilibrada com gorduras saturadas, falta de atividade física, tabagismo, estresse, hipertensão, diabetes e obesidade.
Na alimentação, o release afirma que cerca de 30% do colesterol presente no corpo vem do que se come. O material lista como itens que podem pesar no controle do colesterol alimentos ultraprocessados, gorduras saturadas, embutidos, carnes vermelhas gordurosas, queijos amarelos e gema de ovo em excesso.
Já entre os alimentos apontados como aliados estão hortaliças, frutas, grãos integrais, oleaginosas, carnes magras e peixes. “Alimentação e atividade física são centrais na prevenção”.
Em resumo, o release indica que alimentação saudável, prática de atividades físicas, controle do estresse e exames em dia estão entre as medidas para manter o colesterol nos níveis adequados.
Fonte: Unimed.




