O grupo explorava a imagem de celebridades como
Gisele Bündchen,
Angélica,
Juliette e
Sabrina Sato em falsas campanhas publicitárias. Segundo a investigação, o prejuízo pode ultrapassar
R$ 210 milhões.
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Lucas Tiago Oliveira de Cerqueira[/caption]
Na prática relatada pela polícia, produtos anunciados como gratuitos eram veiculados em vídeos com celebridades e os interessados eram orientados a pagar apenas o frete. Os valores eram transferidos para contas de fachada e não havia entrega dos produtos.
A investigação apontou também que a maioria das vítimas não registrava ocorrência, o que dificultava a desarticulação do esquema. A Polícia Civil orienta que, mesmo em valores considerados baixos, é fundamental registrar ocorrência para viabilizar investigações e responsabilizações.
"Deepfake é a tecnologia que permite alterar fotos e vídeos por meio de inteligência artificial, trocando rostos, falas e contextos."
A prisão em Hortolândia evidencia o uso da tecnologia em atividades criminosas. As autoridades recomendam revalidar informações em canais oficiais, checar a autenticidade de perfis e confirmar ofertas antes de fornecer dados ou realizar pagamentos.
Fonte: Da Redação