- Assédio moral e sexual
- Sobrecarga de trabalho e pressão excessiva
- Baixa autonomia e suporte social
- Insegurança no emprego
- Violência no trabalho
“Com esse novo prazo até 2026, as empresas têm a chance de estruturar ações que realmente façam diferença no dia a dia dos colaboradores, e não apenas cumprir uma exigência burocrática.”A inclusão dos riscos psicossociais coloca a saúde mental no mesmo nível de importância dos riscos físicos e químicos, exigindo uma abordagem integrada e contínua por parte das empresas.
“Quando o adoecimento psicológico estiver ligado às condições de trabalho, o empregado terá mais respaldo para reivindicar reconhecimento de doença ocupacional, acesso a benefícios previdenciários e, em casos graves, até reparação por danos morais ou materiais.”Entre as medidas indicadas no texto da norma estão:
- Criação de programas de saúde mental;
- Mapeamento de fatores de risco e indicadores de produtividade;
- Registro de relatos de exaustão;
- Treinamento de lideranças para identificar sinais e promover um bom convívio;
- Ações para garantir equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Fonte: Daniela Nucci.



